Benfica 2-0 Nápoles

 

 

O Benfica fez história ontem à noite pela mão de Quique Flores. E pelo pé esquerdo de Reyes e cabeça de Nuno Gomes, já agora. Nunca tinha eliminado equipas italianas depois de se ver em desvantagem na primeira mão em quatro tentativas.

Roma, Milan, Fiorentina e Lazio tinham afastado os encarnados ao estilo italiano. Venceram a primeira mão e geriram a segunda com calculismo e pragmatismo, beneficiando do nervosismo do adversário. O Nápoles tentou fazer o mesmo, mas, desta vez, sem sucesso.

O Benfica que caiu com a Roma, em 90/91, era treinado por Sven-Goran Eriksson e, apesar de contar com estrelas como Paulo Sousa, Mozer, Vítor Paneira ou João Pinto, perdeu os dois encontros.

Quatro épocas depois, foi a vez do Milan bater as águias em plena “era Artur Jorge”. Manuel José ainda venceu a Fiorentina na segunda mão em Itália, mas o mal estava feito na antiga Luz: derrota por 2-0. Finalmente, a Lazio, já sob gestão de Camacho: dois desaires 0-1 com Simão Sabrosa, Petit, Tiago ou Miguel em campo.

Mas Quique contou com uma ajuda para inverter a tendência – o 2 de Outubro. Nesse dia, o Benfica só ganhou em partidas europeias: com o Distillery (Irlanda do Norte, 63/64), Valur (Islândia, 68/69), Vanlose (Dinamarca, 74/75) e Hamrun (Malta, 91/92).

 

Fonte: Record

Link: http://www.record.pt/noticia.asp?id=806817&idCanal=11

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Reacções

Sidnei: «Conseguimos o que queríamos»

O defesa brasileiro Sidnei, autor do segundo tento dos encarnados frente ao Sporting, disse ter marcado “um golo importante”, e que, como sublinhou, “entrou em campo em busca da vitória”. ”Procuramos fazer sempre o melhor e hoje conseguimos a vitória. Conseguimos o resultado que queríamos”, vincou o defesa brasileiro, que cumpriu o primeiro dérbi lisboeta como titular. 

O defesa central considerou que ainda “não ganhou o lugar”, mas prometeu “trabalhar todos os dias para isso”, pelo que disse que terá de “dar continuidade a tudo” o que tem feito. 
Sobre a recepção ao Nápoles, quinta-feira, em jogo decisivo para a continuidade na Taça UEFA, Sidnei disse que a vitória frente ao Sporting “dá sempre moral e ânimo”

 

Léo: «Vou continuar a trabalhar»

O brasileiro Léo, que esteve para se ir embora do Benfica, voltou a ficar de fora. “São opções, o futebol é mesmo assim, há que continuar a trabalhar para voltar à equipa”, sublinhou o lateral-esquerdo, para quem a formação encarnada mostrou ontem grande atitude. “Trata-se de uma vitória importante, mostrou que a equipa está bem e a ganhar confiança. Vamos continuar a lutar pelo título.”

 

Yebda: «Entendo-me com Martins e Katso»

Hassan Yebda voltou a fazer dupla no meio-campo com Carlos Martins e a equipa encarnada respondeu bem dentro de campo. Depois ficou privado da companhia do português e fez dupla com Katso até ao final do jogo. Para o francês, tanto Martins como Katsouranis são bons parceiros.
“Isso não me preocupa. Entendo-me e gosto de jogar com Martins e Katsouranis. O importante é que a equipa esteve bem e alcançámos uma grande vitória frente a uma grande equipa como o Sporting”, atirou o franco-argelino.

O triunfo no dérbi deu moral para defrontar o Nápoles na quinta-feira. Yebda quer outra vitória: “Vai ser difícil por ser um jogo europeu mas queremos seguir em frente.”

 

Reyes: «Senti a maior alegria do mundo…»

José Antonio Reyes não escondeu a felicidade após um dérbi em que acabou por ser decisivo ao marcar o golo que lançou o Benfica para a vitória.
“É muito especial marcar este primeiro golo com a camisola do Benfica contra o Sporting. Dedico-o ao meu filho. Jogo a jogo, ponto a ponto, vamos em busca do campeonato”, começou por referir o internacional espanhol no “flash-interview” da Sport TV.
Quanto questionado sobre o que sentiu ao marcar, Reyes revelou-se esclarecedor: “A maior alegria do mundo. Neste momento sinto-me o homem mais feliz do mundo.”
O esquerdino, que chegou esta época ao clube da Luz, reconheceu que o triunfo acaba por ajudar a equipa, ainda à procura do melhor nível depois de um início de época algo complicado.
“Vem dar muita moral para ganhar os próximos jogos. A começar já contra o Nápoles”, reconheceu, antes de adiantar que o seu pedido para ser substituído não é preocupante: “Não é nada de especial. Levei um toque no tornozelo, mas estarei em condições para defrontar o Nápoles.”

 

O despertar da águia

Quique Flores juntou-se a José Mourinho e Giovanni Trapattoni na lista de treinadores do Benfica que conseguiram vencer o Sporting no novo milénio. Desde 2004/05, época em que os encarnados conquistaram o título de campeão pela última vez após decisivo triunfo sobre o velho rival, que o clube da águia não conseguia vencer os leões na Luz.

Em 10 anos este foi o terceiro triunfo benfiquista no seu recinto sobre os verde e brancos. Uma vitória que pode significar o despertar da águia, após um início de Liga atribulado, marcado por dois empates.

Num ápice, o Benfica está em igualdade com o FC Porto e ficou somente a um ponto do Sporting, recolocando-se na luta pelo título, numa época em que à quarta jornada já recebeu os dois grandes rivais.

 

Fonte: Record

Linkhttp://www.record.pt/noticia.asp?id=806164&idCanal=11

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Aimar de regresso aos convocados

MIGUEL VÍTOR E JORGE RIBEIRO SÃO AS NOVIDADES DA LISTA

Recuperado da lesão sofrida diante do FC Porto, que o impediu de estar disponível para o jogo da Taça UEFA com o Nápoles, o médio-ofensivo argentino Pablo Aimar foi convocado pelo técnico Quique Flores para o encontro de amanhã com o P. Ferreira. 

No entanto, a presença de Aimar no onze diante dos pacenses, como o próprio técnico encarnado admitiu este domingo, surge como uma possibilidade remota.

Na lista de 19 nomes destaque ainda para as “estreias” do central Miguel Vítor (que será titular, rendendo o castigado Luisão) e do lateral-esquerdo Jorge Ribeiro.

Lista de convocados:

Guarda-redes: Quim e Moreira

Defesas: Maxi Pereira, Miguel Vítor, Sidnei, Léo e Jorge Ribeiro

Médios: Binya, Yebda, Carlos Martins, Balboa, Ruben Amorim e Aimar

Avançados: Reyes, Cardozo, Di María, Urreta, Makukula e Nuno Gomes

 

Fonte: Record

Link: http://www.record.pt/noticia.asp?id=805232&idCanal=11

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Benfica derrotado em Nápoles

O SL Benfica perdeu por 3-2 frente ao Nápoles, mas o resultado deixa tudo em aberto para a segunda mão em Lisboa. No entanto a equipa “encarnada” cometeu vários erros defensivos, que precisam ser revistos por Quique Flores.

 

 

Foi num ambiente “infernal” que o SL Benfica foi recebido pelo Nápoles, mas as “águias” não se deixaram intimidar e criaram a primeira oportunidade de golo num remate de Reyes, obrigando Navarro a uma grande defesa. Na resposta o Nápoles numa jogada de Denis, que Quim defendeu para canto.

 

E foi num canto à passagem dos quinze minutos que o SL Benfica chegou ao golo, Suazo de cabeça marcava na estreia e dava vantagem aos “encarnados”. Só que o Nápoles não perdeu tempo e em dois minutos deu a volta ao jogo.

 

Aos 17 minutos Vitale aproveitou uma bola “perdida na área para bater Quim. O SL Benfica ainda estava a recuperar do empate, já Denis desviava um remate de Hamsik para o fundo das redes.

 

A partir daqui o jogo acalmou e as equipas passaram a trocar mais a bola, e só a dois minutos do intervalo o “perigo” voltou a aparecer e de novo pelo Nápoles. Num canto de Gargano Santacroce saltou mais alto e valeu Léo em cima da linha a evitar o terceiro golo da equipa da casa.

 

Ao intervalo Quique Flores fez entrar Balboa para o lugar de Urreta, mas foi o Nápoles que marcou. Maggio cruzou para a àrea mas a bola ressaltou nas costas de Léo e enganou Quim, que tocou na bola quando esta já estava dentro da baliza.

 

No entanto os “papéis” inverteram-se e foi o SL Benfica a marcar quatro minutos depois, num livre de Reyes a bola sobrou para Luisão que rematou para o 3-2.

O jogo voltou a ficar mais lento e as equipas perderam velocidade devido ao cansaço físico que se foi acentuando com o aproximar do final do jogo.

 

Os “encarnados” podem queixar-se de uma grande penalidade sobre Sidnei a 20minutos do fim. A grande oportunidade acabou mesmo por ser do SL Benfica, quando numa jogada individual de Balboa e após Navarro largar a bola, Nuno Gomes não conseguiu dominar para fazer o golo do empate.

 

Em suma está tudo em aberto para o jogo no estádio da Luz, mas Quique Flores terá de rever os erros defensivos da sua equipa.

 

Fonte: Desporto10

Linkhttp://www.desporto10.com/detalhe.php?id=18216

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Antevisão: Nápoles vs. SL Benfica

Nápoles vs. SL Benfica

1.ª Eliminatória da Taça UEFA

Estádio San Paolo, às 20 horas

Árbitro: Bjorn Kuipers (Holanda)

 

O SL Benfica inicia esta noite a caminhada europeia, rumo a Istambul, onde se realizará a final da Taça UEFA. Para o técnico Quique Flores não existem favoritos mas para o treinador do Nápoles, Edy Reja, o sonho de continuar na prova é o mais importante.

 

Nápoles

Para o treinador do Nápoles, Edy Reja, o encontro desta noite será a realização de um sonho. A equipa do sul de Itália não comparecia nas competições europeias desde 1994 e o técnico pretende que este estado de graça se prolongue durante algum tempo.

 

Devo dizer que é uma sensação maravilhosa. Este jogo representa o ponto alto da minha história futebolística e quero muito fazer tudo bem. Acima de tudo quero que este sonho tenha continuidade. Estamos prontos para uma partida que será, sem qualquer dúvida, de altíssimo nível. O Benfica tem tradições a nível internacional, mas nós também estamos em boas condições, quer sejam físicas ou mentais, e queremos continuar nesta estrada”, referiu Reja.

 

Ezequiel Lavezzi, avançado argentino, é o jogador do momento do Nápoles e o técnico conta com a inspiração dele para derrotar as “águias”: “É um grandíssimo jogador e pode ser sempre decisivo. É importante que esteja bem fisicamente porque no máximo da sua condição é um jogador imprescindível.”

 

Convocados

Guarda-redes: Gianello e Navarro. 
Defesas: Santacroce, Cannavaro, Rinaudo, Contini e Aronica. 
Médios: Grava, Vitale, Dalla Bona, Maggio, Blasi, Gargano, Hamsik, Mannini e Pazienza.

Avançados: Montervino, Lavezzi, Pià, Russotto, Denis e Zalayeta.

 

 

SL Benfica

Para o técnico espanhol Quique Flores, o encontro desta noite será realizado entre duas grandes equipas e não existe lugar para favoritismos.

 

“Não há favoritos para este jogo. Esta eliminatória é digna de um encontro dos quartos-de-final ou meias-finais, pela grandeza dos clubes, história e condições. Este jogo merecia mais do que ser apenas de uma primeira eliminatória. As equipas são muito equiparadas”, referiu o treinador das “águias”.

 

Convocados

Guarda-redes: Moreira, Quim e Moretto.
Defesas: Léo, Luisão, Maxi Pereira, Sidnei, Jorge Ribeiro e Miguel Vítor.
Médios: Balboa, Binya, Carlos Martins, Di María, Katsouranis, Reyes, Rúben Amorim, Urreta e Yebda.
Avançados: Nuno Gomes e Suazo.

 

Fonte: Desporto10

Linkhttp://www.desporto10.com/detalhe.php?id=18183

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As opiniões do clássico

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Benfica-F.C. Porto, 1-1 (crónica)

Dois erros impensáveis para um jogador tão experiente como Katsouranis inclinaram o clássico para o lado do campeão nacional. Esse agarrar a Lucho González por parte do grego, depois de perder a posição, e a entrada inacreditável sobre Cristián Rodríguez, já com um amarelo no cadastro, fizeram também a ponte do Benfica do presente com o do passado. Essas duas perdas do sentido de responsabilidade destroçaram por completo tudo o que os encarnados quiseram extrair do encontro. O empate, com o sinal positivo de terem recuperado de uma desvantagem, acaba por ser um mal menor. E talvez um pouco lisonjeiro face à última meia hora.

Uma das diferenças entre as duas equipas em campo foi a forma como a mais madura soube digerir os diversos momentos do encontro. Os dragões formam um conjunto estabilizado, os encarnados continuam a ter pela frente ainda uma fase de maturação. O Benfica foi forçado a ignorar algumas etapas do crescimento neste início de temporada e hoje teve de juntar uns pontinhos extra ao já alto nível de dificuldade do encontro. Além dos erros de Katsouranis, Aimar aguentou 47 minutos antes de sair lesionado. Yebda chegou a pedir a substituição a meio da segunda parte e Reyes sentiu dores musculares.

Quique Flores não teve pudor de colocar em campo quase toda a artilharia, com Reyes, Di María, Cardozo, Aimar e Carlos Martins no onze, enchendo de sonhos as bancadas da Luz. Jesualdo Ferreira foi bem mais pragmático. Como de costume, quando defronta um dos principais rivais, o treinador portista tentou algo de novo. Chamou três novos nomes à equipa e encolheu o meio-campo num losango, com Fernando a fazer de Assunção e Lucho a ser aquele que devia ter sempre a bola. A protecção das alas ficou a cargo dos homens da frente, Lisandro e Rodríguez, antigos extremos, hoje transformados em unidades de referência no ataque.

Domínio repartido e Lisandro ao poste

Não se pode dizer que os esquemas tenham desequilibrado a balança. Benfica e F.C. Porto dividiram o domínio da partida e as oportunidades durante muito tempo – embora o pontapé de Lisandro ao poste, aos 41 minutos, pudesse ter acabado com as aspirações da equipa de Quique -, até à expulsão de Katsouranis.

O erro de posicionamento e a astúcia de uma das principais figuras dos últimos campeonatos deram mais peso à estratégia inicialmente prevista por Jesualdo, apostando muito mais na contenção do que na tentativa de sufocar o adversário com ataques. Com muita pressão a meio-campo para interromper transições, mas mesmo assim mais na expectativa. O remate certeiro de Lucho, no penalty, deu mais força às ideias do técnico, que só mudaram com a expulsão de Katsouranis. Em superioridade numérica, os dragões acrescentaram metros e unidades às suas intenções.

Ganhar tempo com o empate

O Benfica agarrou-se ao golo de Cardozo, em que Helton terá de reflectir nos próximos dias, e ao ponto que iria manter tudo igual depois do apito final. A verdade é que sentia-se que o recuar no terreno e o aguentar a pressão do rival era a única coisa que podia fazer. Tinha menos um em campo e agora sim o adversário tinha soltado o lastro. Crescia. Cristián Rodríguez, que mais uma provou que a sua contratação pode dar muitas coisas boas ao Dragão, Guarín, Hulk e Lisandro López tomavam de assalto o meio-campo encarnado. As pernas também começavam a fraquejar, o fim do jogo era como uma miragem distante.

O empate é uma almofada de ar para Quique. Ganhou mais tempo para implantar filosofias e fazer valer os seus métodos. Jesualdo leva para o Dragão a invencibilidade no estádio do Benfica. A Luz já não está no seu caminho. Katsouranis sai de campo como o grande derrotado. As saudades de casa, na Grécia, não explicam tudo.

Fonte: Mais Futebol

Link: http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.php?id=986347&div_id=1304

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LIGA 08/09

JORNADA 1
Resultados
Rio Ave   1 - 1  Benfica
E. Amadora   1 - 0  Académica
V. Guimarães   1 - 1  V. Setúbal
Naval   1 - 0  Marítimo
Leixões   1 - 3  Nacional
Sporting   3 - 1  Trofense
FC Porto   2 - 0  Belenenses
P. Ferreira   0 - 2  Sp. Braga

Jogo #P5 – Guimarães – Benfica

O Benfica conquistou o Torneio Cidade de Guimarães, arrecadando um troféu com a primeira vitória no legado de Quique Flores (1-2). Em demonstração de tremenda eficácia, o treinador espanhol conseguiu demonstrar as vantagens do 4×4x2 que insiste em colocar sobre o terreno de jogo, mediante constantes adaptações. Com uma contra-ofensiva letal, os encarnados marcaram dois golos na etapa inicial e surpreenderam o Vitória.

A presença de Óscar Cardozo acrescenta clarividência atacante, formando uma parceria eficaz com Aimar. Com via aberta pelo lado esquerdo, o entusiasmante Urreta galgou terreno para causas danos irreparáveis na formação local (a chegada de Reyes, anunciada pelo Maisfutebol, aumenta o leque de opções no sector). O Vitória de Guimarães entrara a mandar, como se impunha, e ameaçara em lances de bola parada, mas a pressão redundou num imenso nada. Na etapa complementar, o cerco apertou-se e a formação vimaranense reduziu para a diferença mínima, aumentando os focos de emoção.

Desmontando os esquemas tácticos de parte a parte, víamos um projecto em formação e outro que superou expectativas na temporada transacta. No Benfica, o 4×4x2 veio para ficar, obrigando a ajustes e experiências circunstanciais. Pelo centro, a máquina pareceu bem oleada, mas Miguel Vítor e Ruben Amorim saltavam à vista como corpos estranhos à direita. Fecharam o flanco, enquanto os encarnados carregavam pela canhota. Léo nem precisou de subir, pois Urreta estava em todas. Cavou uma grande penalidade, em antecipação a Sereno, e participou no segundo golo, apontado pelo infeliz Mohma após combinação encarnada na área.

Venha mais uma dose de esforço

Em apenas 22 minutos, apesar de algumas ameaças à baliza contrária, o Vitória encontrava-se em branco e já lamentava dois golos sofridos. No seu 4×2x3×1 de sempre, Cajuda via a equipa produzir quanto baste, mas faltava calma para compensar o esforço. A toada manteve-se na etapa complementar. Quando a arte falha, os minhotos recorrem às reservas de esforços e vão de novo à luta. Ao minuto 68, o fluxo bateu na mão de Léo, permitindo a Moreno reduzir a desvantagem.

Por essa altura, a qualidade já tinha feito as malas e estava a caminho de casa. Sobravam picardias desnecessárias, faltas em catadupa e um árbitro complacente, num quadro demasiadamente português. É pena. E assim, entre esses episódios nem tanto amigáveis, a equipa da casa foi carregando em direcção ao empate. Belo teste à solidez dos mecanismos defensivos do Benfica. Apesar do sufoco, nota positiva.

Fonte: Mais Futebol

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Jogo #P4 – PSG vs Benfica

Talvez seja do ambiente de pré-temporada, ou então é porque até no Verão o futebol não perde encanto, mas é verdade que o Benfica marcou e foi mais forte, quando se julgava que ia ser mais fraco. Estranho, mas possível. Dois golos em sete minutos anularam a desvantagem que um tal de Pancrate construiu – enquanto afectava a boa imagem que Sidnei começara por dar – e deitaram por terra o conceito segundo o qual seria impossível ao Benfica apanhar o prejuízo depois das saídas de Pablo Aimar e Carlos Martins.

Após uma primeira parte que se resume com a banda sonora da assobiadela com que os adeptos se despediram da equipa encarnada ao intervalo, o Benfica parecia ter acertado no regresso dos balneários. Ou melhor, Quique Flores parecia ter percebido que não vale a pena ter Aimar junto do ponta-de-lança – andou ao lado de Nuno Gomes na primeira metade -, se atrás de ambos não estiver quem faça o que o argentino faz bem: levar a bola até perto da baliza adversária.

Com a opção pelas torres Makukula e Cardozo para a segunda parte, o treinador deu a Aimar o papel principal e ao qual o ex-Saragoça está habituado. O Benfica melhorou e fez coisas para analisar a regra e esquadro até que Aimar olhou para o banco e pediu para sair. Ora, dez minutos serviram para ajudar a perceber que talvez seja assim que Quique ganhe uma equipa, o mesmo tempo que chegou para provar que o mais indicado será o treinador espanhol riscar dos apontamentos o desenho da primeira parte.

Jogo em altitude

Órfão dos criativos Aimar e Martins, o Benfica acabou a jogar em 4×2x4. O que faltava em jeito, sobrava em vontade. Fellipe Bastos e Binya jogavam a par e mais recuados, servindo um ataque com Urreta e Rúben Amorim encostados às alas, prontos e disponíveis para “alimentarem” as torres Cardozo e Makukula. E foram estes que levaram o Benfica até ao empate. Para surpresa de quase todos, eis um esquema válido para futuras necessidades.

Fonte: O Jogo

Link: http://www.ojogo.pt/24-164/artigo737997.asp

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Jogo #P3 – Sporting vs Benfica


Foi maior o cartaz do que o jogo, mas mesmo assim o Sporting mostrou melhor condição, forma, enfim, equipa que o rival. Imperou o respeito no primeiro tempo derby, desfeito no segundo período pelos disparates de Edcarlos. Djaló e Derlei, tal como no épico 5-3 das meias-finais da Taça de Portugal, voltaram a atirar a águia ao chão. Paulo Bento a resgatou o losango e Quique apostou numa defesa mais experiente, depois de esse ter sido o sector com maiores problemas na primeira jornada do Torneio do Guadiana, frente ao Blackburn. Mas a lesão de Katsouranis e, sobretudo, a opção por Edcarlos arruinaram a muralha encarnada, derrubada por dentro dos próprios muros.

O jogo ficara marcado de véspera com o capitão João Moutinho a assumir que quer deixar o clube. Frente ao Benfica sentou-se no banco, mas não figurava sequer na ficha de jogo. Terá alterado os planos do treinador, que gostaria de ver o internacional português ao lado de Rochemback? Paulo Bento o saberá, mas que Romagnoli falhou no assumir de jogo com o médio brasileiro é certo. E por isso, o Sporting voltou a não ter quem rasgasse entre as linhas encarnadas, apesar da boa colocação de passes de Rochemback no primeiro tempo.

Os leões assumiram a posse de bola, mas esta época, o Benfica está mesmo determinado a pressionar logo à saída da área adversária como se viu frente a Estoril e Blackburn. No derby deste domingo repetiu-se, com Aimar e Urretavizcaya a pressionarem alto e até a ganharem algumas vezes a Polga e Tonel, quando eram estes que tinham a bola. O problema foi mais a construção de jogo, porque a boa vontade de Binya não chega quando o camaronês tem a bola nos pés e precisa soltá-la com rapidez. E assim, o Benfica só chegava à frente na transição rápida.

Aliás, foi desse modo que aos cinco minutos chegou o primeiro remate perigoso do jogo, com Carlos Martins a aproveitar uma sobra de Urretavizcaya. O Benfica demorou mais 12 minutos até causar perigo, com o mesmo Martins, sozinho na área, a atirar por cima a passe de Assis. Pelo meio, Derlei saltou na área encarnada, mas não chegou livre de Rochemback. Dois cabeceamentos fracos de Djaló e um remate de Aimar à figura de Tiago resumem o primeiro tempo, no qual o Sporting dominou a bola, enquanto o Benfica explorava a saída rápida. Vá lá que a segunda parte foi mais emotiva.

Benfica troca mais, Sporting igual a si próprio

As alterações de Quique reposicionaram peças, com Urreta à esquerda e Makukula na frente. Só que a subsituição mais problemática já tinha acontecido, quando teve de substituir Katsouranis por Edcarlos. O central deu o a vitória aos leões com dois erros incríveis, bem aproveitados pela dupla Derlei e Djaló.

O Sporting voltou igual ao primeiro tempo, apenas com Ronny no lugar de Grimi. E logo Rochemback sobressaiu de novo, com um passe a rasgar para Derlei, que serviu Djaló para o 1-0. Que passe, que visão de jogo do brasileiro que percebeu o compatriota e da lateral o isolou, perante a distracção de Edcarlos.

Subiu o Sporting de rendimento, Romagnoli aparecia a espaços, mas quem estava mesmo com nervo era Derlei. Assim, e após o companheiro de ataque roubar uma bola ao disparatado Edcarlos, o avançado brasileiro fez o 2-0 a passe de Djaló. O Sporting foi, assim, igual a si próprio, seguro a defender e a aproveitar de que maneira os erros adversários. E logo vieram os olés, que meteram os encarnados com as orelhas a arder.

O Sporting venceu e bem, tem, neste momento, mais equipa que o Benfica, que voltou a não utilizar os internacionais Nuno Gomes e Petit. O losango leonino já não deixa dúvidas, o 4×4x2 experimental de Quique levanta muitas, sobretudo nas peças a usar.

Assim, os leões fazem o tri no Guadiana de novo e o Benfica fica no terceiro lugar.

Fonte: Mais Futebol

Link: http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.php?jogo_id=&id=975925

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Jogo #P2 – Blackburn vs Benfica


A estreia do Benfica nesta edição do Torneio do Guadiana saldou-se por uma derrota ante o Blackburn Rovers, num encontro em que os três golos sofridos pelos encarnados foram, sobretudo, consentidos. Quique Flores fez alinhar diversos jogadores que nem sequer têm garantido um lugar no plantel principal mas, ainda assim, foi a sua equipa quem melhor controlou o jogo no primeiro tempo, com mais e melhor posse de bola. Os problemas surgiam na exploração do 4×4x2, uma vez que os alas, Carlos Martins, à direita, e Nuno Assis, à esquerda, tinham dificuldades em conceder largura e profundidade ao futebol das águias, fruto da natural tendência destes atletas para procurar zonas mais interiores.

Foram, contudo, os erros defensivos ou, pelo menos, a excessiva passividade do sector, que defraudaram as expectativas da formação lusa: dois golos noutros tantos minutos (33′ e 35′) desbaratavam a vantagem obtida com o golo de Urreta (7′). Para o segundo tempo, Quique Flores procedeu a sete alterações mas a produtividade do conjunto decaiu com a ausência de Fellipe Bastos (bela exibição) e Carlos Martins.

Novidade era também a estreia de Aimar que, jogando no apoio a Makukula, teve uma exibição ainda longe do que pode fazer, mesmo se até esteve perto de marcar. Se os processos colectivos aparentam ainda alguma fragilidade, resta esperar pelo confronto com o Sporting, para o qual o técnico resguardou os teóricos titulares, para perceber melhor o estado de evolução deste Benfica.

Fonte: O Jogo

Link: http://www.ojogo.pt/24-156/artigo736309.asp

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Jogo #P1 – Estoril vs Benfica

Crónica

Três reforços, um golo, eis o Benfica 2008/09, esquematizado num 4×4x2 clássico que o espanhol Quique Flores tem imposto na pré-temporada encarnada. A partida frente ao Estoril foi jogada em ritmo ainda lento, com alguns dos jogadores encarnados a mostrarem que ainda estão algo presos no que respeita à forma física. Para além disso, o plantel tem de emagrecer como se percebeu pela diferença entre as equipas que actuaram em cada parte do jogo. A inicial deu conta de si, a segunda foi um grupo de rapazes a tentar provar valor. Desse modo, o jogo terminou num empate.

Ainda com muita gente no plantel, o primeiro onze benfiquista trouxe três reforços para os adeptos verem. Carlos Martins, Yebda e Balboa. Os primeiros deram nas vistas e fabricaram o golo encarnado, aos 12 minutos. Até aí, pouco se tinha visto. Apenas que Nuno Assis é uma solução de recurso na ala esquerda e que os dois avançados, Makukula e Dabao, estão muito pouco entrosados.

Curiosamente, as três caras novas dos encarnados estiveram envolvidas no 1-0. Balboa pode ter sido o reforço que deu menos nas vistas, mas sofreu a falta que levou Carlos Martins a colocar a bola na cabeça de Yebda. O francês valeu-se dos centímetros e, com boa impulsão, saltou por cima da defesa estorilista e atirou a contar. Saiu logo depois e entrou Ruben Amorim. O mercado benfiquista rende frutos na pré-época, mas ainda é demasiado cedo para avaliar a mais-valia das contratações.

De resto, a primeira parte serviu para confirmar algumas indicações da temporada passada. Léo continua igual a si próprio, Assis quando encosta à ala flecte em demasia para o miolo e Luís Filipe mostrou dificuldades já vistas antes. Ainda assim, o Benfica não passou por grandes calafrios e esteve sempre mais perto do 2-0 que o Estoril do empate. Carlos Martins tentou assumir o jogo a meio terreno e teve um belo remate de pé esquerdo, ao qual os seguidores encarnados gritaram golo. A bola bateu na malha mas pelo lado de fora.

Um remate de Marco Bicho foi o único apontamento de perigo do Estoril, já perto do intervalo.

Na segunda parte, muitas mudanças em ambos os lados, com Quique Flores a deixar Migyel Vítor, Léo, Carlos Martins, Balboa, Dabao e Makukula no banco e a lançar João Pereira, Sepsi, Binya, André Carvalhas, Urretavizcaya e Nélson Oliveira. Ou seja, ocasião para alguns marcarem pontos e mostrar serviço ao técnico espanhol, que ainda tem de decidir os jogadores que não ficarão no grupo.

Percebeu-se logo que o segundo tempo seria muito diferente, tal era a juventude apresentada pelos encarnados. Assim, não foi de espantar que o Estoril chegasse ao empate. Nélson Oliveira perdeu a bola a meio-campo, Bafode recuperou-a e lançou Nuno Sousa. João Pereira tentou o fora-de-jogo, deixando o avançado do Estoril na cara de Moreira, para uma finalização eficaz.

O Benfica desceu claramente nos segundos 45 minutos, sofreu o empate e não perdeu porque Moreira evitou o segundo golo estorilista. Ou seja, dos 90 minutos, os adeptos quererão apenas lembrar os pormenores de equipa do primeiro tempo.

Destaques

Yebda

Um golo e futebol simples, eis o cartão de visita do francês apresentado frente ao Estoril. Yebda admitia esta semana, em conferência de imprensa, que podia ser o médio-defensivo do 4×4x2 de Quique Flores e na Amoreira confirmou-o. Nunca complicou, pelo contrário, tentou simplificar os processos ofensivos e usou o cabedal para ganhar o meio-campo. Depois, aos 12 minutos, voou sobre a defesa estorilista e marcou o primeiro golo do Benfica 2008/09.

Carlos Martins

Início algo irregular, ao não conseguir aliar a vontade de pegar no jogo com o acerto no passe e às vezes na recepção. Mas cresceu com os minutos, pediu a bola e tentou dinamizar o ataque. Para já, saiu da Amoreira com uma assistência, pois foi dos seus pés que a bola saiu direitinha à cabeça de Yebda. Serviu Balboa com um passe a rasgar, mas o extremo não chegou e ainda tentou o golo num pontapé de longe. Activo no miolo, ainda se fartou de dar indicações aos colegas.

Balboa

Dos três reforços encarnados que iniciaram a partida foi o que deu menos nas vistas. Provou que a velocidade é a sua melhor arma, mas falhou algumas combinações com os colegas. Procura melhor entrosamento, mas nas acções individuais apenas por uma vez se destacou, numa arrancada pela direita e um cruzamento tenso que Maukula não chegou. É dessas que precisa de fazer mais vezes para entrar no coração dos adeptos.

Ruben Amorim

Entrou para o lugar de Yebda ainda não havia meia-hora de jogo. Não foi tão pendular como o francês longe disso. A explicação pode estar no plano físico. O médio ex-Belenenses ainda parece pesado, preso de movimentos. Desse modo, abusou do jogo lateral, sem passes de ruptura.

Fonte: Mais Futebol

Link: http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.php?id=973568

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    Benfica 1-1 Porto
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    P.Ferreira 2-3 Benfica
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    26 Outubro
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    Guimarães - Benfica
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    16 Novembro
    Benfica - E.Amadora
    8ªJornada

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    Académica - Benfica
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    30 Novembro
    Benfica - Setúbal
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    Marítimo - Benfica
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    21 Dezembro
    Benfica - Nacional
    12ªJornada

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    Trofense - Benfica
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    11 Janeiro
    Benfica - Braga
    14ªJornada

    25 Janeiro
    Belenenses - Benfica
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    1 Fevereiro
    Benfica - Rio Ave
    16ªJornada

    8 Fevereiro
    Porto - Benfica
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    15 Fevereiro
    Benfica - P.Ferreira
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    22 Fevereiro
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    1 Março
    Benfica - Leixões
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    8 Março
    Naval - Benfica
    21ªJornada

    15 Março
    Benfica - Guimarães
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    5 Abril
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    23ªJornada

    11 Abril
    Benfica - Académica
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    19 Abril
    Setúbal - Benfica
    25ªJornada

    26 Abri
    Benfica - Marítimo
    26ªJornada

    3 Maio
    Nacional - Benfica
    27ªJornada

    10 Maio
    Benfica - Trofense
    28ªJornada

    17 Maio
    Braga - Benfica
    29ªJornada

    24 Maio
    Benfica - Belenenses
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