Quique Flores: «Queremos Aimar a 100 por cento»

O argentino Pablo Aimar voltou a ficar de fora dos convocados de Quique Flores e o espanhol, na conferência de imprensa de antevisão do encontro de amanhã com o Leixões, não teve problemas em analisar a situação do médio contratado ao Saragoça e de outros elementos do plantel, como Balboa ou Léo. 

“Não vamos arriscar. Já o tinha dito isso antes do jogo com o Sporting e do jogo com o Nápoles. O objectivo é que Aimar possa estar apto a curto prazo e fazer o máximo de jogos no decorrer da temporada. Aimar é um jogador importante, mas queremos contar com ele a cem por cento, queremos que esteja recuperado”, explicou o técnico encarnado.

Quique lembrou que a equipa tem evoluído em todos os aspectos desde a pré-temporada, garantiu que o conjunto está bem mas admitiu que ainda há coisas a melhorar.

“Os jogadores evoluíram bastante em relação à pré-época, o que é lógico. Temos métodos novos, os jogadores já estão acostumados a uma nova intensidade nos treinos. No aspecto táctico também estão melhores, estão preparados para jogar na Liga. Ainda temos passos a dar para estar no máximo, não só no aspecto físico. Temos muito a melhorar nos mecanismos de funcionamento, em todos os aspectos”, analisou.

O médio Balboa, que chegou do Real Madrid e tarda em demonstrar no clube da Luz a valia que dele se espera, mereceu também algumas palavras do treinador espanhol, depois de ter deixado o internacional da Guiné Equatorial de fora da lista de convocados.

“Não se passa nada, ele sabe qual é o seu caminho e quando chegar a esse caminho volta a integrar a dinâmica do grupo. Na convocatória estão os jogadores que me oferecem melhores condições. O Balboa é um jogador com muita qualidade, mas tem de entender o que é o Benfica. Quando se integrar, vamos ter muitos jogos este mês, penso que será um jogador importante”, explicou Quique.

Quanto a Léo, que perdeu a titularidade no lado esquerdo da defesa para Jorge Ribeiro e ficou mesmo fora dos eleitos para o jogo de quinta-feira com o Nápoles, está de volta às opções do técnico. “O Léo está na dinâmica do grupo. Teve ontem alguns problemas estomacais, mas pedimos-lhe um esforço especial para ir a Leixões porque temos poucos defesas”, esclareceu.

Quem mereceu elogios foi o uruguaio Maxi Pereira, que será um dos ausentes em Matosinhos porque foi chamado para integrar a selecção do seu país, com Quique Flores a não abrir o jogo quanto ao seu substituto.

“Não vou dar pistas, todos os jogadores são importantes, mas já está decidido. O Maxi é um jogador muito bom, não só porque joga bem, mas porque tem um carácter que faz falta a qualquer equipa. Os uruguaios são um povo de raça e para nós é muito importante, neste momento em que a equipa está em crescimento, que tenhamos muita raça. É isso que queremos transmitir para fora, para os adversários e para os nossos adeptos, para a nossa forma de jogar”, afirmou.

A terminar, o espanhol reconheceu adimitiu ainda não ter encontrado uma equipa tipo. “São situações normais quando se tem uma equipa nova, quando chegam novos jogadores, quando há lesões. São situações que têm de se ir resolvendo. São situações que daqui para a frente vamos ter de resolver”, lembrou.

 

Fonte: Record

Link: http://www.record.pt/noticia.asp?id=807054&idCanal=11

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«Com Quique todos nos sentimos úteis»

Rúben Amorim e o segredo das vitórias

Feliz, claro, mas ciente que «isto é só o começo». Rúben Amorim anteviu este sábado a deslocação ao terreno do líder Leixões (jogo relativo à 5.ª jornada da Liga Sagres) e reforçou que não só se sente num grande momento a nível pessoal, como também a equipa está bastante motivada pelos últimos resultados. Ainda assim, um “grito” de alerta: «Nem tudo são rosas e temos de continuar a trabalhar. Basta um jogo menos bom e tudo poderá mudar. Isto é só o começo».

MANTER DINÂMICA GANHADORA

De resto, o médio lembrou que o Leixões não será um adversário acessível: «Todas as equipas querem vencer o Benfica e o Leixões não foge à regra. Está bem classificado, moralizado e será difícil vencer em casa deles. Tem um treinador, que incute muita garra nos seus jogadores, e bons valores, que bem conheço», acrescentou em tom elogioso à equipa leixonense.

De qualquer forma, para ultrapassar as esperadas dificuldades, o Benfica está a preparar-se da melhor forma, garante Amorim: «O nosso trabalho não muda consoante jogarmos em casa ou fora. Sabemos o que temos de fazer e onde temos de melhorar. Queremos manter esta dinâmica ganhadora».

EXPERIÊNCIA FABULOSA

Dinâmica essa que, segundo Amorim, se deve a vários factores, entre eles a fácil integração dos novos elementos no grupo de trabalho: «Eu sabia que teríamos um plantel muito forte, conhecia o projecto e a nova mentalidade, mas tenho de admitir que a experiência tem sido fabulosa. No meu caso, adaptei-me rapidamente e, além dos meus antigos treinadores e colegas, tenho a agradecer aos seres humanos que encontrei aqui. Pessoas como Luisão e Nuno Gomes, que nos ajudam em tudo. Ninguém, aqui, tem tiques de vedetismo».

O elogio, igualmente, ao trabalho da equipa técnica: «Já aprendi muitas coisas novas, com métodos de trabalho a que não estava habituado. Existem condições incríveis no Clube e, também por isso, só podemos melhorar. Mas o mais importante é o facto de sentirmos que, com este treinador, todos contam. Note-se o exemplo de Urreta, que saíra há alguns jogos e voltou agora com o Nápoles. Qualquer jogador pode ser chamado, a qualquer altura. Todos nos sentimos úteis».

O ORGULHO DOS EX-COLEGAS

Quanto à sua posição no terreno (médio ala direito), Amorim ressalva que é um «médio-centro», mas não deixa de sublinhar que «importante é jogar». «Sinto-me satisfeito pois faço o que o mister me pede para fazer. Não sou um ala puro pois conheço as minhas limitações. Não sou igual ao Balboa, ao Reyes ou ao Urreta, mas faço o que o treinador me pede, consoante as minhas características». E quanto à possibilidade de actuar como lateral-direito diante do Leixões (Maxi Pereira não poderá actuar), Amorim não fecha a porta, dizendo que «o treinador é que sabe».

O importante mesmo é continuar a jogar bem, sempre que chamado – parece ser esse o lema de um ex-belenense que, admite, fala com os «amigos» Silas e Zé Pedro: «Criticam-me quando erro, dão-me força e acreditam muito em mim. Acho que estão orgulhosos».

 

Fonte: SL Benfica

Link: http://www.slbenfica.pt/Informacao/Futebol/Noticias/noticiasfutebol_futrubenamorimconf_041008_40307.asp

Reacções

Sidnei: «Conseguimos o que queríamos»

O defesa brasileiro Sidnei, autor do segundo tento dos encarnados frente ao Sporting, disse ter marcado “um golo importante”, e que, como sublinhou, “entrou em campo em busca da vitória”. ”Procuramos fazer sempre o melhor e hoje conseguimos a vitória. Conseguimos o resultado que queríamos”, vincou o defesa brasileiro, que cumpriu o primeiro dérbi lisboeta como titular. 

O defesa central considerou que ainda “não ganhou o lugar”, mas prometeu “trabalhar todos os dias para isso”, pelo que disse que terá de “dar continuidade a tudo” o que tem feito. 
Sobre a recepção ao Nápoles, quinta-feira, em jogo decisivo para a continuidade na Taça UEFA, Sidnei disse que a vitória frente ao Sporting “dá sempre moral e ânimo”

 

Léo: «Vou continuar a trabalhar»

O brasileiro Léo, que esteve para se ir embora do Benfica, voltou a ficar de fora. “São opções, o futebol é mesmo assim, há que continuar a trabalhar para voltar à equipa”, sublinhou o lateral-esquerdo, para quem a formação encarnada mostrou ontem grande atitude. “Trata-se de uma vitória importante, mostrou que a equipa está bem e a ganhar confiança. Vamos continuar a lutar pelo título.”

 

Yebda: «Entendo-me com Martins e Katso»

Hassan Yebda voltou a fazer dupla no meio-campo com Carlos Martins e a equipa encarnada respondeu bem dentro de campo. Depois ficou privado da companhia do português e fez dupla com Katso até ao final do jogo. Para o francês, tanto Martins como Katsouranis são bons parceiros.
“Isso não me preocupa. Entendo-me e gosto de jogar com Martins e Katsouranis. O importante é que a equipa esteve bem e alcançámos uma grande vitória frente a uma grande equipa como o Sporting”, atirou o franco-argelino.

O triunfo no dérbi deu moral para defrontar o Nápoles na quinta-feira. Yebda quer outra vitória: “Vai ser difícil por ser um jogo europeu mas queremos seguir em frente.”

 

Reyes: «Senti a maior alegria do mundo…»

José Antonio Reyes não escondeu a felicidade após um dérbi em que acabou por ser decisivo ao marcar o golo que lançou o Benfica para a vitória.
“É muito especial marcar este primeiro golo com a camisola do Benfica contra o Sporting. Dedico-o ao meu filho. Jogo a jogo, ponto a ponto, vamos em busca do campeonato”, começou por referir o internacional espanhol no “flash-interview” da Sport TV.
Quanto questionado sobre o que sentiu ao marcar, Reyes revelou-se esclarecedor: “A maior alegria do mundo. Neste momento sinto-me o homem mais feliz do mundo.”
O esquerdino, que chegou esta época ao clube da Luz, reconheceu que o triunfo acaba por ajudar a equipa, ainda à procura do melhor nível depois de um início de época algo complicado.
“Vem dar muita moral para ganhar os próximos jogos. A começar já contra o Nápoles”, reconheceu, antes de adiantar que o seu pedido para ser substituído não é preocupante: “Não é nada de especial. Levei um toque no tornozelo, mas estarei em condições para defrontar o Nápoles.”

 

Quique Flores e os resultados do Benfica: «Não estou preocupado»

O Benfica ainda não ganhou qualquer jogo oficial esta temporada, mas os dois empates consecutivos nas primeiras jornadas do campeonato e a derrota na Taça UEFA não inquietam Quique Flores, pelo menos antes de tempo. Na antevisão da terceira jornada com o P. Ferreira, na Mata Real, o técnico espanhol mostrou-se tranquilo e seguro do trabalho que está a realizar.

«Não estou preocupado. Estou muito consciente dos objectivos do Benfica, que está em crescimento. Tivemos jogos complicados frente ao F.C. Porto e Nápoles, sabíamos desde o principio que o calendário ia ser assim e só nos resta trabalhar. Está a ser um início complicado, com circunstâncias que se vão acumulando, mas tentamos solucioná-las. Temos demonstrado confiança que podemos fazer as coisas bem», começou por dizer Quique Flores, este domingo, no Seixal, após o treino.

O treinador lembrou que tanto no Getafe como em Valência não começou da melhor maneira, mas que os resultados acabaram por surgir. «As medalhas não se ganham no princípio e sim no fim. Há ainda muito para jogar», lembrou, recorrendo ao atletismo e a uma corrida de fundo para explicar que nos «primeiros 100 metros não está nada decidido».

Vencer o mais depressa possível é necessidade que o treinador perspectiva, assim, apenas pelas suas consequências: «Não estou ansioso. Quero que chegue esse dia porque estaremos todos mais confiantes.»

Também o director desportivo Rui Costa e o presidente Luís Filipe Vieira estão em sintonia com Quique Flores. «Estão conscientes de onde vimos e para onde vamos. Se a dinâmica não foi positiva nos últimos anos, com tranquilidade vai mudar, mas entendo que as outras pessoas tenham necessidades distintas», considerou.

Sobre o P. Ferreira, o técnico não tem dúvidas da sua valia. «Esteve muito bem no último jogo, tem jogadores perigosos e temos de ir com ambição de ganhar, mas com respeito pela equipa, sem a subestimarmos.» 

 

Fonte: Mais Futebol

Linkhttp://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.php?id=993382&div_id=1456

«Vou trabalhar arduamente para conseguir o ouro em Londres»

 

Vanessa Fernandes responde aos benfiquistas

Em dia de aniversário (completa 23 anos este domingo), a benfiquista Vanessa Fernandes aceitou o repto do Site Oficial do Sport Lisboa e Benfica e respondeu às perguntas dos adeptos. A medalha de prata na prova feminina de triatlo dos Jogos Olímpicos de Pequim em discurso directo.

Olá, Vanessa Fernandes,
Sou teu conterrâneo de Vila Nova de Gaia – natural de Oliveira do Douro e residente em Mafamude. Foi com grande orgulho e honra que vibrei com a nossa VITÓRIA e correspondente medalha de prata para Portugal. No entanto gostaria de saber:
Tendo em conta que já ganhaste campeonatos do mundo e provas tão ou mais difíceis como a dos Jogos Olímpicos de Pequim, o que é que faltou para a medalha de ouro?
Obrigado, muitos Parabéns e felicidades com muitos sucessos e êxitos futuros.
Eusébio Sousa

Olá, Eusébio, obrigado pela tua mensagem.
Sabes que, como em todos os desportos, não basta ganhar muitas vezes para garantir sempre a próxima medalha e o próximo pódio. Existem muitos factores que podem influenciar e atletas que naquele dia, naquele momento, estão melhor do que tu, fazendo com que não seja possível um 1.º lugar. Mas, foi com muito esforço que conquistei esta medalha para todos. E digo mais: sabe a Ouro!

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Sou teu fã há muito tempo e espero que continues a ter muito sucesso, a trazer medalhas e a representar o nosso País. Gostava de saber qual é a sensação de ser campeã? O que é que tu fazes para ter essa preparação física?
Obrigado, Vanessa!
Beijos do teu fã,
Marco Aurélio

Olá, Marco, obrigado pela tua mensagem.
A sensação de ser campeã ou de ganhar uma prova é saber que o nosso trabalho é reconhecido e ficar contente por representar bem o País. Para conseguir isto, trabalho muito todos os dias. É a minha profissão, por isso tenho que me esforçar para desempenhá-la bem.

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Sou o Tomás, tenho 6 anos (quase 7) e fiquei muito orgulhoso com o teu resultado no triatlo. Fiquei muito entusiasmado com os Jogos Olímpicos de Pequim (não posso dizer dos outros, pois foram os primeiros que vi). Também eu gostava de ir um dia aos Jogos Olímpicos. Onde é que ficam as escolas de triatlo? Com que idade é que se começa? E, já agora, com que idade é que começaste? Eu já ando na natação e sei andar bem e depressa de bicicleta (sem rodinhas!). Também corro depressa. Onde é que posso treinar as corridas ainda melhor? Podes dar-me ideias?
Continuação de muitos sucessos. Boa sorte e Adeus.
Do admirador,
Tomás Barroso

Olá, Tomás, obrigado pela tua mensagem.
Para as escolas podes obter mais informações através da Federação Portuguesa de Triatlo, que costuma ter projectos para os mais novos, ou através de clubes na tua zona que tenham a modalidade.
Quanto à minha experiência, curiosamente comecei com a tua idade – seis anos.
Por outro lado, para treinares as tuas corridas procura bons sítios onde possas correr em segurança; sítios que estejam em bom estado para não prejudicares o teu corpo. Faz-te acompanhar por um adulto e tem sempre os teus exames médicos em dia.

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Cara Vanessa Fernandes,
Em primeiro lugar, tal como todos os outros portugueses que acompanharam os Jogos Olímpicos, gostaria de lhe dar os parabéns pela magnífica participação em tamanha prova e espero sinceramente que consiga superar-se cada vez mais e alcançar os seu objectivos.
Gostaria de saber em que consiste o seu treino e qual a maior dificuldade que encontra nele.
Sem mais assunto e com desejo de grandes vitórias,
Rafael

Olá, Rafael, obrigada pela tua mensagem.
O meu treino consiste numa preparação diária. O meu dia começa cedo, vou nadar normalmente por volta das 6 da manhã durante cerca de duas horas. Depois tomo o pequeno-almoço e descanso um pouco antes do treino de ciclismo, que pode durar de 2 a 3 horas. Depois de almoço durmo uma sesta e ao final da tarde tenho novamente treino que pode ser de corrida. Ao final do dia… massagem ou ginásio. Tudo isto pode variar em função da altura do ano e da época. A maior dificuldade é acordar bastante cedo.

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Em primeiro lugar venho agradecer a tua prestação como atleta! Tens sido fenomenal!!
A questão que tenho para ti é simples… Qual é a sensação de ganhar uma corrida, de competir entre as melhores do Mundo e conseguir ganhar?
Beijinhos,
Tânia Pereira

Olá, Tânia, obrigada pela tua mensagem.
A sensação de ganhar uma corrida é sentir que o nosso trabalho é reconhecido e ficar contente por representar bem o País. É um privilégio. Agradeço todos os dias por poder estar no leque das melhores triatletas mundiais.

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Olá, Vanessa. Sou o Diogo Ribeiro e gostava de saber se o teu clube do coração é mesmo o Benfica? Eu adoro o Benfica, é o melhor clube do mundo!
Diogo Ribeiro

Olá, Diogo, obrigada pela tua mensagem.
O Benfica é o meu clube do coração desde pequena.

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Antes de mais, queria felicitar-te pela medalha conquistada em Pequim. O que eu queria saber era se é a preparação física ou a mental a que mais desgasta antes de uns Jogos Olímpicos.
E, mais uma vez, *PARABÉNS*
António Vieira

Olá, António, obrigada pela tua mensagem.
Antes de competirmos, é a preparação mental, porque fisicamente tentamos que no dia da prova o nosso corpo esteja na melhor forma. A cabeça comandar bem o corpo é meio caminho andando.

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Considero-te uma atleta fenomenal e fico muito contente com o facto de teres ganho a medalha de prata nos Jogos Olímpicos. Já que tenho a oportunidade de te fazer uma pergunta, vou aproveitar: conta-me como é que te sentiste no momento em que iniciaste a prova, como foi o ambiente?
Kamilah Abdul

Olá, Kamilah, obrigada pela tua mensagem.
Antes do início existe sempre o nervosismo habitual – acho que todos os atletas o sentem –, mas depois de começar a prova é como se largasses um foguete: já é impossível pará-lo. É um ambiente muito competitivo e fisicamente muito exigente.

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Desde já, queria dar-te os parabéns pela medalha. Antes do “clássico”, quando entraste no Estádio da Luz, qual foi a tua emoção ao veres o estádio todo a aplaudir-te?
Boa sorte para as próximas competições.
Ricardo Miguel Freitas Martins Martins

Olá, Ricardo, obrigada pela tua mensagem.
O barulho das palmas quando chegámos ao relvado foi impressionante e, depois, foi demais dar aquela volta a correr. A quantidade de pessoas a aplaudir-nos era enorme. Foi um momento muito emocionante e muito importante para mim.

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Vanessa,
Qual a importância do teu treinador, Sérgio Santos, nos triunfos?
Eduardo Santos

Olá, Eduardo, obrigada pela tua mensagem.
A Vanessa Fernandes é uma equipa e nessa equipa o treinador é uma das pessoas mais importantes. Para além de bom treinador é um grande amigo.

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Apesar de ser uma triatleta, acha que o atletismo do Benfica está no bom caminho para formar novos campeões capazes de ganhar medalhas nos próximos Jogos Olímpicos? 
João Marques

Olá, João, obrigada pela tua mensagem.
O Benfica tem feito um grande esforço para apoiar novos talentos. Penso que se continuarem a seguir essa política terão muitas hipóteses de ganhar mais medalhas nos próximos Jogos Olímpicos.

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Vanessa, gostava de saber qual e a sensação de participar nuns Jogos Olímpicos? E como viveste esta experiência?
Fábio Oliveira

Olá, Fábio, obrigada pela tua mensagem.
É uma experiência única, porque todos nos esforçámos muito, tendo o mesmo objectivo. Isso faz com que o ambiente seja muito saudável e divertido. Aproveitei a experiência ao máximo e fiz muitas amizades.

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Parabéns pela medalha Olímpica! Uma perguntinha: como é ser BENFIQUISTA no norte do País! 
Continua a ter muitos êxitos e muitas felicidades.
José Carlos

Olá, José, obrigada pela tua mensagem.
O Benfica consegue estar em todo o lado, o que é impressionante. Até quando vou para o estrangeiro encontro sempre um benfiquista.

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Fiquei satisfeito pelo 2.º lugar, mas fiquei ainda mais contente pelo esforço e pelo acreditar que podias trazer uma medalha para o nosso País. Conseguiste. Apesar da medalha ser de prata, para mim tem muito valor; mostraste muito empenho, muito suor e levaste os Jogos muito a sério. Ainda que este tipo de desporto não tenha a grandeza do futebol, como conseguiste ter motivação para entrar numa modalidade que era praticamente desconhecida? Pois foi graças a ti que esta modalidade se deu a conhecer e que muitos jovens começaram a praticá-la.
Obrigado!
Marco Daniel

Olá, Marco, obrigada pela tua mensagem.
Fiz a minha primeira prova de triatlo quando tinha 16 anos, ainda a modalidade era mais desconhecida em Portugal do que é hoje, mas senti que era aquele desporto que eu gostava. É muito mais fácil lutar quando fazemos aquilo que gostamos.

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Muitos parabéns pelos teus 23 anos e um muito obrigado pela tua espectacular medalha!
As perguntas que te faço são:
- Qual a importância do apoio da tua família no teu sucesso?
- Como achavas que decorriam as tuas provas se não tivesses lá o teu pai sempre a gritar “FORÇA, VANESSA!”, “NAS CINCO PRIMEIRAS, VANESSA”?
Um grande beijinho e mais uma vez um muito obrigado pela tua Medalha!
ÉS UM ESPECTÁCULO!!!
Vitor Martinho, Sócio SLB 157730

Olá, Vitor, obrigada pela tua mensagem.
A minha família faz parte da minha equipa de preparação, ou seja, são muito importantes no meu desenvolvimento e eu preciso muito deles. 
Ter o meu pai nas provas dá-me ainda mais força para lutar, gosto muito que ele esteja presente.

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Como português, tenho uma enorme admiração por ti e agradeço tudo o que tens feito em prol do nosso desporto. Como benfiquista, resta-me congratular-te pelos feitos que tens alcançado e pela medalha de prata conquistada em Pequim. Um muito obrigado por elevares o nome do Benfica tão alto, como ele merece.
A pergunta: Nos Jogos Olímpicos de Londres, nós, portugueses, podemos sonhar com a medalha de ouro?
Desejo-te a maior sorte do mundo.
Hugo Caseira

Olá, Hugo, muito obrigada pela tua mensagem.
Posso, com certeza, prometer que vou trabalhar arduamente para conseguir o ouro em Londres. Mas ainda é muito cedo para prever esse futuro.

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Primeiro, quero dar os meus parabéns pela tua brilhante participação nos Jogos Olímpicos de Pequim. Sendo os próximos Jogos Olímpicos em Londres, quero saber como vai ser a tua preparação para a prova de natação, visto que em Londres a água vai ser muito mais fria que em Pequim, situação com que não te dás bem normalmente.
E boa sorte, agora, para o Nacional.
Hugo Fernandes

Olá, Hugo, obrigada pela tua mensagem.
Sim, de facto, o tempo frio não é das coisas de que mais gosto, mas os meus treinadores terão isso em conta e vão elaborar uma preparação que me possa fazer melhorar a esse nível. Para já, ainda não tenho nenhum planeamento específico que te possa indicar.

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O que te seduziu para seres triatleta? 
És um orgulho para o País e para os benfiquistas em particular. Admiro-te muito pelo grande esforço que é nadar, pedalar e correr. És linda. Beijos.
Tiago

Olá, Tiago, obrigada pela tua mensagem.
O triatlo seduziu-me por ser um desporto que englobava três modalidades que eu gostava muito. Passou a ser muito mais completo, e eu tive hipótese de fazer tudo aquilo de que gostava.

 

 

Fonte: SLBenfica

Linkhttp://www.slbenfica.pt/Informacao/Modalidades/Triatlo/EspecialVanessaFernandes/especialvanessafernandes.asp

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Urreta: «Com um pouco mais de confiança, as coisas vão melhorar»

Urretaviscaya foi uma das surpresas na pré-temporada do Benfica, caindo nas boas graças de Quique Flores e conquistando a titularidade na primeira ronda da Liga, em Vila do Conde. No entanto, com a chegada de Di Maria, o jovem jogador perdeu o lugar no onze e já não alinhou no clássico com o F.C. Porto. O avançado uruguaio garante, no entanto, que está muito satisfeito com a sua adaptação ao futebol europeu e recorda que, com 18 anos, tem tempo para evoluir e conquistar o seu espaço.

Apesar do bom rendimento desportivo no arranque da temporada, Urreta diz que não foi tão fácil como pareceu. «O início foi difícil porque tive de deixar a família e os amigos, mas agora já estou melhor», destacou. O avançado lamenta não ter jogado no clássico, «um jogo que todos os jogadores querem jogar», mas compreende a opção por Di Maria.

«É um grande jogador. Estou muito contente por ele, ganhou experiência na selecção, nos Jogos olímpicos, já é um grande jogador», comentou. Urreta considera que a equipa, apesar de ainda não ter vencido, «está muito bem». «Estamos a trabalhar da mesma forma desde o início da temporada», referiu.

Quanto às suas ambições pessoais, o jovem jogador espera continuar a aprender param quando for necessário, poder ajudar a equipa. «Tenho que melhorar, estou a trabalhar para isso, para ajudar a equipa. Tenho 18 anos, preciso de mais jogos para ganhar ritmo. Preciso de ganhar um pouco mais de confiança, com mais confiança as coisas vão correr melhor», contou, referindo as muitas diferenças entre o futebol europeu e o sul-americano, «tanto dentro como fora do campo».

O próximo jogo do Benfica é em Nápoles, na próxima semana, para a primeira eliminatória da Taça UEFA. «Vontade de jogar na Taça UEFA temos todos, mas depende do treinador», comentou o jovem avançado que espera ainda um dia acompanhar Maxi Pereira, Cristian Rodríguez e Fucile à selecção do Urugai. «Todos os jogadores querem estar na selecção, mas agora quero jogar aqui primeiro e só depois pensar na selecção», comentou.

Urreta procura ainda o se espaço, dizendo que se sente tão bem a jogar na frente, no ataque, como na ala, «sobretudo na direita». Quanto a referências, o jovem avançado diz que não tem ídolos, mas elege Cristiano Ronaldo e Lionel Messi como os melhores jogadores da actualidade. 

Fonte: Mais Futebol

Linkhttp://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.php?id=989157&div_id=1456

José Antonio Reyes: «Quero triunfar no Benfica»

José Antonio Reyes, avançado espanhol do Benfica, foi convidado especial do jogo entre o Baeza e o Vilches, referente ao campeonato da Andaluzia, região que o viu nascer.

Aos jornalistas presentes, Reyes manifestou o desejo de singrar no campeonato de Portugal. «O meu objectivo é triunfar no Benfica e espero que as coisas me corram bem», começou por dizer, falando depois da sua lesão.

«Já estou a treinar com a equipa e quero estar no jogo frente ao Nápoles, que é importante para o Benfica. Ainda falta tempo para o dia 18 e, antes, ainda espero jogar na Liga», atirou o andaluz.

Reyes acredita que o plantel do Benfica reúne condições para ter sucesso a breve prazo: «As contratações ainda estão num período de adaptação, mas há qualidade para fazer algo grande.»

 

Fonte: Mais Futebol

Linkhttp://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.php?id=988665&div_id=1456

Miguel Vítor: «Dois empates não trazem mal ao Mundo»

DEFESA GARANTE QUE ESTÁ PRONTO PARA JOGAR NO LADO DIREITO

O defesa do Benfica Miguel Vítor desvalorizou hoje, em conferência de imprensa realizada no Seixal, os resultados alcançados pelos encarnados no campeonato até ao momento.

“Claro que gostávamos mais se tivéssemos ganho os dois jogos, mas o campeonato é uma prova de regularidade e dois empates não trazem mal ao Mundo. Temos trabalhado bem e vamos conseguir as desejadas vitórias”, frisou.

Relativamente à possibilidade de actuar no lado direito da defesa, Miguel Vítor garante estar preparado. “Sinto-me melhor a central, mas tenho vindo a ser testado e jogo na direita sem problemas”, afirmou, acrescentando ainda que não há motivos para preocupação devido aos problemas físicos: “Estamos a trabalhar bem”.

Fonte: Record

Link: http://www.record.pt/noticia.asp?id=803071&idCanal=11

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Eusébio em discurso directo

Eusébio, lenda do Benfica e da selecção de Portugal, esteve na sexta-feira passada na sala de “chat” do uefa.com para responder a algumas perguntas dos utilizadores e falou sobre os primeiros passos no futebol, Cristiano Ronaldo e a final da Taça dos Campeões Europeus de 1962, aproveitando ainda para desmistificar a história da ida para o clube da Luz.

cardozito: Qual foi o melhor golo que marcou?
Eusébio:
Marquei muitos golos e quase todos foram bons [risos]. Houve um, que marquei em 1965, frente ao FC La Chaux-de-Fonds, em que tabelei com o Simões, levantei a bola sobre um defesa, depois sobre outro sem que ela tocasse no chão e rematei de primeira, ainda com a bola no ar, à entrada da área. Quando a bola entrou para o fundo da baliza, o guarda-redes veio mesmo apertar-me a mão e disse-me que não havia qualquer hipótese de parar aquele remate. Acabámos por ganhar esse jogo 5-1.

monteforte: Como se procedeu a sua assinatura pelo Benfica? Conta-se a história de que era para assinar pelo Sporting e que foram alguns “truques” de Béla Guttmann que acabaram por o levar até aos “encarnados”. É verdade?
Eusébio:
É tudo mentira. Nunca percebi de onde surgiu essa história. Foi a minha mãe quem assinou os contratos. Tinha 18 anos na altura. O Benfica ofereceu-me um contrato profissional e o Sporting queria que eu fosse à experiência para um clube satélite. Portanto, se o Benfica estava disposto a pagar por mim, só havia verdadeiramente uma opção. Quando cheguei a Lisboa, vindo de Moçambique, foi o Benfica quem me pagou o bilhete e viajei para Portugal com os seus dirigentes. Um amigo meu que jogava no Sporting ainda tentou convencer-me a ir para lá. O que aconteceu mais tarde foi que alguém no Sporting inventou essa “história” para explicar por que razão eles falharam a minha contratação. Chegou a dizer-se que tinha sido raptado pelo Benfica, mas tudo o que o clube fez foi levar-me para o Algarve porque em Lisboa estava a ficar um pouco deprimido, devido a dificuldades em adaptar-me ao clima e com saudades de casa.

mahmoud9: Como começou a jogar à bola?
Eusébio:
Nunca pensei que iria ser um grande jogador. Jogava futebol em criança porque adorava o desporto. Quando tinha 12 anos actuava num clube que tinha algumas ligações ao Benfica, mas o treinador não me deixava jogar porque dizia que eu era muito magrinho. Fiquei muito triste, em lágrimas, por eles não me darem uma oportunidade. Os outros miúdos do meu bairro diziam todos que eu era o melhor, mas precisei de algum tempo para conseguir convencer os treinadores de que merecia essa oportunidade. Havia duas equipas jovens com ligações ao Sporting e ao Benfica. Acabei por ter de ir para o Sporting e no primeiro jogo defrontámos o Benfica e marquei três golos. Isto levou ao despedimento do treinador do Benfica e, pouco depois, voltei para lá para jogar por eles. Tinha provado a minha razão.

monteforte: Como avalia Béla Guttman? O que o tornava diferente dos outros treinadores?
Eusébio:
Tudo. Béla Guttmann foi um mestre e significou muito para mim. Foi o treinador que mais me influenciou e marcou. Quando cheguei a Lisboa tive problemas em adaptar-me ao clima mais frio, dado ser Inverno, mas ele ajudou-me e contribuiu muito para essa adaptação. Tive sempre a sensação de que ele, desde o início, apreciava o que eu era capaz de fazer, e encorajou-me a tentar ser sempre melhor. Foi também ele que disse aos meus colegas mais velhos para me ajudarem, porque via em mim muito potencial.

cardozito: Que memórias guarda da vitória na Taça dos Campeões Europeus de 1962 com a camisola do Benfica?
Eusébio:
Foi o momento que lançou a minha carreira. Ganhar ao Real Madrid [CF] na final e ser eu a marcar dois golos, depois de estarmos em desvantagem no marcador, foi fantástico. Foi esse jogo que me fez acreditar que poderia ser um jogador de classe mundial e comecei a trabalhar ainda mais para ser o melhor que podia. Tinha apenas 19 anos quando disputei essa final.

cardozito: Que significado teve entregar o prémio de Futebolista do Ano da UEFA a Cristiano Ronaldo? Acha que ele está preparado para ser o seu sucessor?
Eusébio:
Não diria que ele pode “ocupar o meu lugar” porque, com a sua idade, já provou que pode ser ainda melhor que eu. Senti muito orgulho ao entregar-lhe o prémio e sinto-me honrado por o conhecer desde muito novo. E foi ainda mais especial por também gostar muito dele como pessoa.

nuno_jaws: O que tem impedido Portugal de, finalmente, chegar à vitória numa grande competição?
Eusébio:
Já ganhámos nas camadas jovens, mas ainda não o conseguimos a nível dos seniores. Estava convencido que íamos vencer o UEFA EURO 2004™ e foi essa a nossa grande oportunidade, mas deixámo-la escapar por pouco e temos de continuar a tentar. Em 1966 também estivemos perto de ganhar o Campeonato do Mundo, naquele que era o nosso primeiro Mundial e podíamos ter vencido a Inglaterra se o jogo tivesse sido em Goodison Park, onde já tínhamos batido o Brasil e realizado um jogo mágico contra os coreanos, mas a Federação inglesa mudou o jogo para Wembley, o que beneficiou a equipa da casa e foi pior para nós. Tivemos de ficar num hotel no centro de Londres antes do jogo e isso prejudicou-nos. Lembro-me tão bem disso e ainda dói bastante não termos conquistado esse título.

Fonte: Uefa

Link: http://pt.uefa.com/footballeurope/news/kind=2/newsid=744768.html

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Contente de águia ao peito

Messi é a estrela da selecção argentina presente nos Jogos Olímpicos, mas tem repartido as atenções com Di María. O esquerdino tem rubricado boas exibições que despertaram a cobiça de vários emblemas europeus, entre eles, ou sobretudo, o Real Madrid. Os campeões de Espanha têm o camisola 20 encarnado debaixo de olho, prevendo uma eventual saída de Robinho para o Chelsea, sabendo, no entanto, de antemão que a cláusula de rescisão do internacional argentino se situa nos 30 milhões. Isto, apesar de ser possível chegar a um acordo para uma transferência por um valor inferior, na ordem dos 20 milhões de euros.

Em declarações à imprensa espanhola, Di María salientou estar “contente no Benfica”, remetendo para o emblema da águia esclarecimentos sobre uma eventual transferência para Madrid. “Sei que se tem falado nisso, mas a mim ninguém me telefonou”, começou por declarar Di María ao jornal “As”, acrescentando: “Se me telefonarem? Pertenço ao Benfica e estou muito contente ali. Parece-me uma falta de respeito especular sobre um assunto que, de momento, não tem uma base firme.”

Definindo o Real Madrid como “um clube magnífico”, Di María ressalva que “seria impossível não responder ao telefonema do Real Madrid”, mas acrescenta: “Devem falar com o Benfica.”

Aliás, o respeito e o encanto que Di María sente pelo emblema da águia ficaram bem evidentes numa comparação entre os dois emblemas. “A exigência é a mesma, ou talvez maior em Portugal. O Benfica está a tentar regressar à primeira linha do futebol europeu e nada nem ninguém te oferece nada”, ressalvou Di María que amanhã tem a possibilidade de conquistar a medalha de ouro. Para tal, terá de bater a Nigéria, o outro finalista do torneio olímpico.

Fonte: O Jogo

Link: http://www.ojogo.pt/24-182/Artigo741806.asp

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Aimar e a posição em campo: «O que interessa é que estou a jogar»

Pablo Aimar relativiza a posição em que tem actuado, perto de Óscar Cardozo, preferindo sublinhar o facto de ser opção de Quique Flores para o «onze» encarnado. O argentino diz esperar muito de Reyes, antigo adversário em Espanha, e elogia as prestações do compatriota Di María nos Jogos Olímpicos.

«Estou a jogar e isso é o que interessa. Actuar atrás do avançado é uma das posições em que me sinto mais cómodo», notou Aimar, em conferência de imprensa, justificando: «Estou perto da baliza, é o lugar em que jogava quando fui contratado pelo Benfica».

De resto, o argentino mostra-se satisfeito com o entrosamento com Óscar Cardozo. «Jogámos apenas três jogos juntos mas estamos a entender-nos bem», escusando-se a eleger um parceiro preferido para o ataque. «Há muitos avançados com qualidade. Não posso dizer que tenha um preferido», notou.

Rui Costa está no terreno para garantir a contratação de mais um avançado, com o hondurenho Suazo, do Inter de Milão, na linha da frente para reforçar o ataque encarnado. «É um avançado muito forte. Temos avançados muito bons, pelo que se vier alguém será sempre para melhorar a equipa», referiu.

Elogios a Reyes e Di María

Pablo Aimar conhece bem José Antonio Reyes da Liga espanhola. «Oxalá seja um ano de afirmação para ele», deseja o argentino, revelando esperar «muito» do internacional espanhol. «Foi meu adversário, pelo que sei que é um grande jogador. Espero que se adapte rápido e não tenho dúvidas que vamos desfrutar muito com o seu futebol», afiança.

Aimar tem sido espectador atento da participação da Argentina nos Jogos Olímpicos de Pequim. A sofrer à distância pelos compatriotas, a quem deseja a conquista da medalha de ouro, elogia as exibições de Di María. «Tem estado muito bem. Não o conheço pessoalmente mas é um grande jogador. É bom tê-lo aqui como companheiro».

Quanto ao regresso à selecção das «pampas»… ««Primeiro tenho de jogar bem no Benfica. Depois, caso tenha uma nova oportunidade, vou tentar aproveitar»

Fonte: A Bola

Link: http://www.abola.pt/nnh/ver.aspx?id=147116

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Quique Flores: «Tivemos algumas dificuldades»

ESPANHOL ESPERA EQUIPA INTELIGENTE E COMPETITIVA

O treinador espanhol do Benfica, Quique Flores, demonstrou-se satisfeito com a partida da Eusébio Cup frente ao Inter. “Foi um jogo com um ritmo muito elevado. Estamos muito competitivos e somos uma equipa agressiva que já me dá boas sensações”.

No entanto, o técnico relembra que o Benfica “teve algumas dificuldades frente a uma equipa como o Inter”. “Espero que a equipa inicie a temporada com inteligência e que seja competitiva”, continuou.

Relativamente à eventualidade do plantel vir a ser reforçado, Quique Flores garantiu que não sabe. “Ainda faltam quinze dias, teremos de reflectir. Não sei se ainda vão sair jogadores”, vincou.

Fonte: Record

Link: http://www.record.pt/noticia.asp?id=800033&idCanal=11

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«Não joguei no meu lugar», acusa Adu

«A mudança da América? Na Europa, as defesas são melhor organizadas. Fiquei orgulhoso por ir para o Benfica. Mas os treinadores não pararam de mudar e nenhum deles me colocou a jogar no meu lugar».

Esta a explicação de Freddy Adu para não ter tido sucesso no Benfica. «Número 10? Sim, se aceitarmos que de preferência jogo pela direita», sublinhou o norte-americano, que esteve com a selecção nos Jogos Olímpicos, ao site do Mónaco, clube a que o Benfica o cedeu esta época.

Fonte: A Bola

Link: http://www.abola.pt/nnh/ver.aspx?id=146614

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Quique: «O importante é o desenvolvimento da equipa»

O técnico do Benfica, Quique Flores, ao fazer esta quinta-feira uma espécie de antevisão para o jogo de amanhã com o Inter Milão, na primeira edição da Taça Eusébio, deixou claro que a sua grande preocupação continua a ser o desenvolvimento da equipa.

“Será uma festa pelo que é, uma homenagem ao Eusébio. E também vamos encontrar um bom ambiente junto aos adeptos. Mas a pré-época é importante do princípio ao fim e o fundamental é o desenvolvimento da equipa. Há coisas que estão a mudar. Queremos fazer bem as coisas e conseguir a estabilidade de resultados, o que é o mais importante”, sustentou o técnico espanhol.

“No jogo com o Feyenoord demos algumas esperanças aos adeptos e o objectivo é dar esperança a eles. O objectivo é seguir crescendo, constantemente. Que a equipa tenha segurança em cada movimento, em cada situação que apareça”, acrescentou o técnico espanhol em conferência de imprensa realizada após o treino matinal.

O treinador encarnado, ao falar sobre o plantel, teceu elogios ao dinamismo demonstrado por muitos dos seus elementos. “Gosto de jogadores dinâmicos e, neste momento, tenho vários jogadores que estão a interiorizar este conceito”, observou.

García e Mourinho

A possível contratação do avançado espanhol Luis García, que virou uma autêntica novela, também foi um tema abordado por Quique Flores. O técnico das águias voltou a assumir o interesse no jogador, mas deixou claro que, caso persista a actual indefinição negocial, há outras alternativas. “Somos pacientes, até porque temos mais duas semanas. O Luis García tem muita vontade de vir, mas tudo depende das negociações. Há mais jogadores no mercado e mal seria se um clube como este dependesse de apenas um jogador. Se o Luis García vier, fantástico; se não, haverá no mercado outras possibilidades”, sublinhou.

José Mourinho, que irá reencontrar amanhã no Estádio da Luz, também ganhou elogios do espanhol. “Somos dois treinadores metódicos. Ele é um grande treinador e merece tudo o que já conquistou”.

Fonte: Record

Link: http://www.record.pt/noticia.asp?id=799707&idCanal=11

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Nélson: «Terei oportunidade de me afirmar»

JOGADOR AMBICIONA ÉPOCA MAIS RISONHA

O lateral Nélson assume que o Benfica entra no campeonato com o pensamento no título, apesar do rival FC Porto estar em boa posição para renovar o troféu. “Pelo clube que representamos também temos a ambição de chegar ao titulo. É nesse objectivo que vamos trabalhar”, afirmou.

“Temos grupo novo, com muita ambição, temos bons jogadores que estão mentalmente preparados, sabendo que é clube muito exigente”, acrescentou

O cabo-verdiano não teve na última época na Luz um percurso feliz, já que foi assombrado por uma lesão, que fez Maxi Pereira ocupar o lugar onde habitualmente jogava. “Infelizmente tive uma lesão que me afastou três meses. Vou voltar agora. Maxi está com outro nível de trabalho e em melhores condições para jogar”, sublinha.

O objectivo do jogador passa, portanto, por conseguir uma época regular e de afirmação: ” Não tive oportunidade de ter uma época regular. No futuro terei oportunidade de me afirmar no futebol português e na Selecção Nacional”.

Fonte: Record

Link: http://www.record.pt/noticia.asp?id=798175&idCanal=11

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Quim: «Vai ser fulcral começarmos bem»

GUARDIÃO DÁ A RECEITA PARA TIRAR TÍTULO AOS DRAGÕES

Para Quim, o segredo do título passa por um bom início de campeonato. “Vai ser fulcral começarmos bem. Foi assim que o FC Porto ganhou o campeonato este ano. Um bom início é indicador de moral e confiança. Vamos trabalhar para reagir melhor às adversidades”, afirmou o guardião à “Mística”.

O internacional português também fez um balanço da respectiva carreira e não hesitou em considerar o controlo positivo de nadrolona como “o mais negativo”. “Continuo a recear os controlos. Passei seis meses suspenso sem saber porquê”. Outro ponto salientado foi a perda de titularidade para Moretto quando Koeman orientou a equipa: “Estava a sentir-me bem e vinha de vários jogos sem sofrer golos, pelo que fiquei triste por sair da equipa. Nessa altura senti que não deveria ter grandes chances de voltar a jogar”.

Fonte: Record

Link: http://www.record.pt/noticia.asp?id=798137&idCanal=11

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«Futebol europeu tornou-me mais forte» – Freddy Adu

Freddy Adu, ao serviço da selecção olímpica dos Estados Unidos, assumiu hoje, em Pequim, que a sua passagem pelo futebol europeu (Benfica) tornou-o «mais forte», enquanto pessoa e jogador.

Nasceu no Gana, mas é cidadão dos Estados Unidos da América, por naturalização. Com apenas 19 anos de idade, Freddy Adu diz que ainda não conseguiu mostrar todo o seu talento, quer brilhar nos Jogos Olímpicos e reconhece que está a ser benéfica a sua passagem pelo futebol europeu: «Jogar na Europa aumenta o carácter de um jogador. Passamos por situações diferentes e temos adaptar-nos. O futebol europeu desafiou-me psicologicamente e tornou-me mais forte, enquanto pessoa e jogador. A minha passagem pelo Benfica e os Jogos Olímpicos vão, com certeza, ajudar-me muito no futuro.»

Freddy Adu estreia-se esta quinta-feira nos Jogos Olímpicos, pela selecção dos Estados Unidos, diante do Japão, em partida do Grupo B. «Muita gente pensa que não vamos ultrapassar a primeira fase, mas temos talento e podemos surpreender», acrescentou o jovem jogador.

Fonte: A Bola

Link: http://www.abola.pt/nnh/ver.aspx?id=146002&rss=1

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Adjunto benfiquista aponta melhorias

Fran Escribá: «Mais próximo do pretendido»

Depois do triunfo (2-1) sobre o Vitória de Guimarães, o treinador-adjunto do Benfica, Fran Escribá, admitiu que a equipa já está “mais próxima” do pretendido e mais “competitiva”.

Em conferência de imprensa, O espanhol destacou que a turma benfiquista “trabalhou bastante e o resultado foi bom”, reconhecendo que, em relação ao jogo com o PSG, mudaram “muitas coisas”: “O rival, a motivação, tivemos mais dias de treino para aperfeiçoar o trabalho táctico…”

Após aquela que foi a primeira vitória da pré-temporada, Escribá apontou ainda “melhorias a nível físico” e manifestou confiança que a equipa vai fazer o que os técnicos pretendem e continuar a “melhorar em todos os aspectos”.

“Mas pensar que tudo estava mal e que tudo está bem agora seria o primeiro erro”, alertou, no entanto, o adjunto de Quique Flores, que também recusou comentar a contratação do espanhol José Antonio Reyes.

Fonte: Record

Link: http://www.record.pt/noticia.asp?id=797884&idCanal=11

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Ruben Amorim: «Estou longe da forma ideal»

MÉDIO CONSIDERA QUE AINDA VAI MELHORAR MUITO

Ruben Amorim terá feito ontem a melhor exibição desde que chegou ao Benfica e admitiu que está a crescer de forma, embora não disfarce algum incómodo em relação às críticas feitas nos primeiros dias.

“Tenho lido que estou muito longe de conquistar o meu espaço na equipa e agora, depois de um jogo, dizem-me que já o posso ter… Estou a melhorar, mas estou longe da forma ideal.”

O médio realça o facto da equipa estar a “trabalhar bem”, mas, mesmo na hora da vitória, desvalorizou o resultado: “Se o resultado não era importante quando perdíamos, também não o é agora. Importante é ver melhorias. Ganhar é bom, mas fundamental é assimilar ideias.”

Sobre o facto do Benfica ter defrontado um Vitória que vai disputar o acesso à Champions, Amorim afirma: “Ninguém pode estar triste quando joga no Benfica. Faremos o melhor na taça UEFA.”.

Quanto a Reyes, trata-se de “um bom jogador”, mas para já apenas isso. “Temos bons jogadores, será mais um”.

Fonte: Record

Link: http://www.record.pt/noticia.asp?id=797919&idCanal=11

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“Insatisfeito com o que tenho feito”

O sorriso nos lábios não engana, e é fácil constatar que Carlos Martins está feliz de águia ao peito. Tem sido um dos elementos em maior evidência na pré-temporada benfiquista, mas está longe de querer ficar por aqui. O médio está decidido em afirmar-se na Luz na posição onde diz jogar com prazer e evita assumir-se como patrão do “miolo” encarnado.

O balanço da pré-época não tem sido bom em termos de resultados?

Não queremos fazer uma grande pré-época, mas sim um grande campeonato. Claro que, se estivéssemos a ganhar, sentíamos mais confiança, mas os resultados não nos preocupam agora. Pensamos mais no entrosamento da equipa.

E como define esta fase a nível pessoal?

Na minha apresentação, disse que queria servir o Benfica da melhor maneira. Creio que estou a fazê-lo, mas não estou satisfeito com o que tenho vindo a fazer. Procuro sempre fazer mais.

Gosta da posição onde tem jogado?

Sim, jogo onde o mister entender, mas é ali, no meio, que me sinto bem.

Tem algumas semelhanças posicionais com Aimar. Como vê o facto de este jogar mais encostado ao ponta-de-lança?

Os jogadores têm de fazer o que mister pede. Estamos aqui para honrar o clube e a instituição.

Sente-se o novo patrão do meio-campo do Benfica?

Não me sinto patrão nenhum. Todos os jogadores têm um papel fundamental na equipa, por isso não me sinto patrão.

Mas tem assumido a responsabilidade de conduzir o jogo e tem-se destacado…

É a minha maneira de ser. É assim o meu jogo, gosto de ter a bola, mas não me sinto patrão.

Os adeptos do Benfica podem esperar que este Carlos Martins da pré-época continue?

Como disse na apresentação, vou honrar ao máximo esta instituição e tentar fazer o melhor possível por ela.

Sente que havia alguma desconfiança dos adeptos em relação a si e que esta está a ser atenuada?

Não, nunca pensei isso. Acredito no meu valor, sempre acreditei. Se assim não fosse, se calhar não estava aqui.

No jogo com o Sporting, mostrou uma vontade especial de mostrar serviço. Está determinado em mostrar de novo o seu valor em Portugal?

O que tenho de provar é todos os dias que quero jogar nos jogos a sério. O jogo com o Sporting é passado, e o importante é começarmos a época bem.

Fonte: O Jogo

Link: http://www.ojogo.pt/24-165/artigo738149.asp

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